sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Brasil cada vez mais perto da tecnologia nuclear.

  De acordo com o físico Dalton Ellery do Instituto Militar de Engenharia, em tese de doutorado, diz ele, que o Brasil já tem conhecimento mais que o suficiente para produzir sua própria bomba atômica, mantida em sigilo pelo IME, a pesquisa foi publicado num livro e sua divulgação provocou uma polêmica entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de todo e qualquer país, que já possua conhecimento suficiente para produção de artefatos atômicos ou nucleares, a suspeita é de que o governo brasileiro está ciente desta tecnologia e que possa fabricar o mesmo modelo da W-87, porém após o lançamento deste livro, o que antes era sigilo, acidentalmente vazou ao mundo inteiro.
   A AEIA chegou a levantar suspeitas de que o livro é plausível e que o exército teria feito experiências em sigilosas bases, porém o fato nunca se provou, o ministro da defesa na época que era o Nelso Jobim, teve que esclarecer os fatos um por um. Mas estaria o Brasil já tendo conhecimento da tecnologia atômica? E estaria também mais do que perto da tecnologia Nuclear?
  Mas voltando no tempo, no final da ditadura, o ex-presidente Geisel tinha interesses na tecnologia nuclear, dando início a a um programa nuclear brasileiro tanto que salientasse que os verdadeiros interesses era na fabricação dos submarinos movidos a energia nuclear, na bomba atômica e em novas armas bélicas. Mesmo assim, o governo estaduniense descobriu essa pretensão e fez incontáveis investigações, algumas operações militares vieram a ser levantadas, outras não. E qual seria essas operações militares? A construção das ultracentrífugas para a Angra dos Reis, usado por todos os países que detêm usinas nucleares, esta operação não houve consenso da ONU nem mesmo da AEIA, levando aos EUA limitar 400 milhões de dólares de empréstimos ao Brasil, mesmo assim, a Alemanha ajudou o Brasil, a continuar suas pesquisas, mesmo assim o acordo perdeu quase metade dos investimentos, por duras críticas dos EUA ao Brasil.
  O Enriquecimento de Urânio é uma operação complexa e delicada, e vital para a construção de tecnologia atômica, uma vez que também pode ser usada como combustível aos reatores, sendo ela o urânio enriquecido. O urânio é encontrado na natureza e quando extraído sintetiza-se com o oxigênio que é encapsulado e comercializado no formato de pastilhas.
  O então programa paralelo, sob liderança do general Golbery do Couto e Silva, principal homem do presidente Ernesto Geilsel, visou a criação de um complexo de pesquisa tecnológica e o desenvolvimento desta, cujo objetivo era a criação das ultracentrífugas absolutamente clandestino e a não-fiscalização internacional, mantenho no sigilo total. Conforme o programa foi evoluindo, o programa foi sendo investigado e mantido a sete portas trancados do povo e da mídia, porém em 1986 a Marinha e o Exército assumiram estar desenvolvendo novas tecnologias e que realizava pesquisa nos campos dos reatores nucleares de 50 Mwatts para serem instalados em submarinos nucleares além dos jeatt-nozzles. De novo em 1986, a mídia acusou o governo Geisel de ter descoberto várias contas bancárias secretas do governo, assim como movimentações financeiras de altíssimos valores, sem registro de origem nem destino. E mais uma vez, vazou informações que em Serra do Cachimbo no Sul do Pará em uma base havia perfurações de 320 metros de profundidade, revestidas de cimento, o caso nunca foi explicado num modo convincente.
  A Comissão de Acompanhamento da Questão Nuclear, da sociedade Brasileira de Física mostrou provas de que aquelas perfurações era semelhante aos vários testes do exército estaduniense para a criação da mais poderosa arma mundial.
  Esses dados indicavam que o projeto Aramar, estava perseguindo a ideia da bomba atômica impetuosamente. Publicações da mídia como o Estado de São Paulo afirmou que "a arma nuclear estratégica principal do Brasil seria um artefato de 20 a 30 quilotons (quatro vezes a seis vezes mais poderoso do que o usado em Hiroshima) feito com plutônio e se lançado sua explosão cobriria uma área equivalente a 40 campos de futebol." Esta notícia jamais foi confirmada além de que se trata de uma notícia um tanto quanto exagerada, mas quem sabe?! Em 1991, durante o governo Collor todas as instalações dos complexos da Serra do Cachimbo e o complexo do Aramar foram fechadas porém ainda sim, a desconfiança de que eles ainda estão em ativa e o projeto Aramar ainda exista, há suspeitas de que a parceria entre Irã e Brasil seja de interesses quanto a tecnologia nuclear e a criação de novas tecnologias com esta, mas afinal, o que aconteceria com o Brasil caso tivéssemos tecnologia nuclear? Poderíamos nos favorecer desta tecnologia e nos tornar uma nova potência? Ganharíamos reconhecimento do mundo como um país autônomo? Ou uma guerra entre as Américas?
   De qualquer jeito estamos a mercê do entreguismo e da ALCA, que mesma inativa, poderá ressuscitasse e se caso for ressuscitada o Brasil correrá riscos de entregar sua economia a esta nova forma de mercado, mesmo que Fernando Henrique não tenha a aceitado, o risco é muito maior principalmente quando os Estados Unidos capacitar suas tropas e sua indústria bélica.

Um comentário:

Mylla disse...

Tu tem a referência completa dessa tese citada no início do texto? Fiquei bastante interessada no assunto - muito mais complexo do que eu poderia supor! - e queria saber mais detalhes. :)

:*

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